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Medalha 29/20: Maju e os 3km no chão...

  • 4 de ago. de 2024
  • 1 min de leitura

Atualizado: 6 de ago. de 2024

O crescimento das pequenas é evidente (não apenas físico). Das novas tardes em que se cuidam às mais sutis atitudes dos dia-a-dia...


Hoje, esportivamente, Maju quebra um muro. Um pouco mais tardia do que Madu, a primeira corrida somente no chão tem no lago do Nova SP o percurso ideal - e belíssimo.


As duas voltas tem, momentos antes, ainda em casa, os sorrisos familiares de 2 anos e meio atrás, no 500m da Ilha Comprida.

O ritmo é tranquilo. Por vezes, desafiador - gerando berros de Madu que detesta tiros.

A cada quilômetro, as borboletas (segundo a pequena, vovó Neide a apoia - também fala sobre o avô, que não conhece - talvez).

Os 3 quilômetros tem, no seu final, um esforço de aceleração emocionante.

O pórtico invisível, acionado pelas vibrações dos Garmins, tem suor, ofegância e sorrisos de alívio. E, imagem que mais amo, o abraço fraterno...

Presente prometido, a medalha é símbolo de uma evolução muito maior do que marcas. Traz força de vontade, dedicação, constância. Sempre em união.

Gritos até a Castello...

A recepção de mamãe na garagem.

A tarde tem, em comemoração, o churrasco de peixe pedido.

Fortíssima, brinca de correr, joga futebol, dança breaking, faz spinning, exercícios na academia e luta com Madu. Diz querer ser fitness.


Fique tranquila, Maju. Sua vida esportiva será, se Deus quiser, extremamente ativa.


Você é espelho, Madu.

Obrigado por permitir, Letícia.


Vamos!

*Deus, faça serem sinais. Cada quilômetro percorrido, como disse Madu, será um gol na quarta. Churrasco de urubu...


 
 
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